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26 janeiro 26 Toda a OA

Habitar Portugal 1974-2024

Inauguração

Exposição HABITAR PORTUGAL 1974-2024

 

11 de fevereiro 2026 | 19H 
Centro de Arquitetura - Garagem Sul
Centro Cultural de Belém 

 

A 7.ª edição da Habitar Portugal, uma iniciativa da Ordem dos Arquitectos, promove a partilha e a divulgação da arquitetura portuguesa contemporânea junto do grande público. 
 
Cem obras de Arquitetura Portuguesa construídas em Portugal e no mundo, nos 50 anos de Democracia, entre 1974 e 2024, analisadas pelos curadores Alexandra
Saraiva, Célia Gomes e Rui Leão.
 

 

 

 

 
Habitar Portugal é uma iniciativa da Ordem dos Arquitectos, iniciada em 2003, dedicada à divulgação da arquitetura contemporânea produzida por arquitectos portugueses, em Portugal e no estrangeiro. Pela sua abrangência territorial, diversidade de autores e representatividade das obras selecionadas, afirma-se como um referencial consistente da qualidade da arquitetura portuguesa e do seu contributo para o desenvolvimento económico e social do país.
 
Esta iniciativa inscreve-se numa tradição mais longa de divulgação, afirmação pública e reflexão crítica sobre a disciplina, que remonta às Exposições Nacionais de Arquitectura, promovidas pela Associação dos Arquitectos Portugueses. O seu legado foi progressivamente atualizado por modelos mais plurais e sistemáticos, como o Habitar Portugal.
 
Na sua sétima edição, Habitar Portugal 1974–2024, a Ordem dos Arquitectos lançou o desafio a uma equipa de curadoria diferenciada nas suas experiências, quer profissionais, quer geográficas, para assinalar meio século de arquitetura portuguesa em democracia, num período marcado por profundas transformações políticas, sociais, económicas e territoriais. A exposição propõe uma leitura alargada da arquitetura produzida desde o último quartel do século XX até à atualidade, integrando diferentes escalas, programas e contextos.
 
Para além da apresentação das obras, Habitar Portugal 1974–2024 propõe uma leitura crítica do papel da arquitetura na construção do país democrático, convidando o público a refletir sobre o significado contemporâneo de habitar em Portugal e reconhecendo a arquitetura como veículo cultural e político, cívico e essencial para um futuro mais qualificado e consciente do território e dos seus recursos.
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